sábado, 1 de novembro de 2008

O FIM

O FIM

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Com esta me vou

para outra paragem!



Os Condritos e os Aerólitos, alguns Ordinários esgotaram o seu tempo.
Esgotaram-se por falta de tempo e de forma...

Migrarei para outra paragem, outro poiso, quiçá com outra forma e outras ideias!

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A Lenda do Gato Morto

Era uma vez um gato, que não o das botas, que ao atravessar uma estrada morreu atropelado por uma carroça!
Não dissertemos sobre as prováveis 9 vidas do animal! (se calhar já tinha gasto 8 que a vida não era nada fácil noutros tempos passados.)
Miríapedes, uma velha da aldeia, amante de toda a seriedade viva, doméstica, domesticada, quase domesticada, por domesticar ou mesmo selvagem, não conteve o desgosto de ver tal bichano, que não o das botas, esmagado pela espinha com o rodado da carroça do Almundo Lopes!
Aquele carroceiro d'um raio nem deu recado de ter comprimido o felino entre a roda de pau e o caminho de terra (quase batida), apesar do grito silvante, ensurdecedor pelo eco da rua deserta da madrugada, do, agora,achatado (e morto) bichano.
Miríapedes estabeleceu, então, que haveria de conservar tal bichano achatado que nem uma tábua de pinho e, sempre que lhe fosse permitido, procuraria uma pista para achar o caminho da justiça. Como?
A esbelta rapariga (não fosse a verruga oculta pelo buço ralo entre o nariz altivo e a mandíbula superior torneada por lábio grosso) engendrou tal plano tão bem engendrado que depressa o tratou de colocar descrito em laje de xisto, escondida, depois, debaixo de sua cama!
Eis o que relatava a laje, em frases curtas (mas concisas, digo eu!):
"pegarei em pobre e morto animal e, em busca da verdade justiçal do acontecimento, baterei com ele em que se atrever a desafiar a justiça da vida justa. quanto mais tempo demorar o bichano a miar mais injusto é o acontecimento e aquele ou aqueles que o provocaram. tal gato morto será a minha tábua da justiça. Miríapedes Almeida Cortes."
Miríapedes acrescentou do outro lado da laje que Almundo Lopes caçado em noite de bebedeira monstra levou com o bichano morto e que este não miou. Concluiu ela, portanto, que Almundo Lopes nada fez para impedir a morte do pobre animal.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Tudo vai bem...de novo

Já começou o Verão...
O calor parece que veio para ficar...
Os combustíveis continuam a subir...
Os outros lá continuam a jogar à bola na Áustri/Suíça...
As férias estão a chegar...
Tá calor...

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Mau... Muito mau...

Ja fomos!!
Ou melhor... já viemos para casa!!
Perdemos com os Alemães!!

Tenho dito...por hoje.

domingo, 15 de junho de 2008

Mauzinho

Perdemos o terceiro jogo...
Mauzinho...

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Euro 2008 - parte II

Mau.... não temos combustíveis
Mau.... não temos muitos produtos nos supermercados
Mau.... continuamos sem camiões nas estradas para ultrapassar


Bom... ganhámos o segundo jogo!!

Pasme-se...ao fim do segundo jogo estamos apurados para a fase seguinte do Euro 2008!! Mas que vem a ser isto? Então e as contas que sempre fazemos? Se ganharmos e eles empatarem...se perdermos e eles perderem por mais...se empatarmos e eles fizerem falta de comparência porque foram aos chocolates...se perdermos e.... ufa!! Vou ter saudades destas contas...fica demasiado tempo livre para pensar na situação do país e nos asnos que interrogam e comentam outros asnos na Assembleia enquanto o "patronato" (gosto desta palavra;quando for grande quero ser patronato de alguma coisa) se ri ao olhar para as conversas dos asnos, controlados quais marionetas, e para as filas do povinho para os últimos litros de gasolina e gasóleo, e para a brutalidade dos "convites" a parar de trabalhar de colegas de profissão para colegas de profissão!

Mau... colegas de profissão a apedrejar colegas de profissão que arriscam continuar a trabalhar por obrigação, convicção ou outros motivos.

Bom... ganhámos o segundo jogo e não houve confusão no trânsito durante os festejos!
Mau... não temos combustível!!

Bom... Muito Bom... ganhámos o segundo jogo e estamos apurados para os quartos-de-final... felizmente, digo eu, pois sem comida nas prateleiras dos supermercados, sem combustível nos postos de abastecimento (e se não tivéssemos ganho) isto tinha acabado mal...
Eu bem vi durante a transmissão do jogo na televisão alguns olhares malévolos, enquanto íamos empatando com os Checos, olhares de fome, olhares de pensamentos a roçar o psicótico... Imagino o que alguns pensariam...
-não há camiões na estrada... amanhã já não há Sagres aqui no café... eu mato alguém!
-não há gasolina... não posso ir apitar pro Marquês se ganharmos a estes gajos!!caraças!!
-não há camiões na estrada... amanhã, se calhar, já não há Sagres no supermercado!!eu mato alguém!!
-não há gasolina... amanhã tenho que levar os putos a pé pra escola... porcaria da escola... os putos ficam em casa amanhã... o ano tá no fim... já não importa!

Felizmente ganhámos o segundo jogo!! Bom... Muito Bom!!

Força Portugal!!

sábado, 7 de junho de 2008

Euro 2008 - parte I

Ganhámos o primeiro jogo!!
Temos combustível e supermercados com produtos para vender!
Não temos camiões nas estradas para ultrpassar!

Tudo vai bem no reino luso!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

O que comemos numa semana!!

Uma chamada de atenção para este blog, o obvious. Podem vê-lo aqui.

Mas uma chamada de atenção mais especifíca para esta posta do mesmo blog.

Para reflectir...


http://blog.uncovering.org/archives/2008/04/o_que_comemos_n.html

terça-feira, 22 de abril de 2008

Sugestão Culinária...

Antes da moamba de galinha de logo à noite algo bem português e bem alentejano!!

AÇORDA!!!

Açorda à Alentejana

DO livro: Cozinha Tradicional PortuguesaEditorial Verbo

Ingredientes:Para 4 pessoas

1 bom molho de coentros (ou um molho pequeno de poejos ou uma mistura das duas ervas
2 a 4 dentes de alho
1 colher de sopa bem cheia de sal grosso
4 colheres de sopa de azeite
1,5 litro de água a ferver
400 grs de pão caseiro (duro)
4 ovos


Confecção:
Pisam-se num almofariz, reduzindo-os a papa, os coentros (ou os poejos) com os dentes de alho, a que se retirou o grelo, e o sal grosso.Deita-se esta papa na terrina ou numa tigela de meia cozinha, que neste caso fará ofícios de terrina.Rega-se com o azeite e escalda-se com a água a ferver, onde previamente se escalfaram os ovos (de onde se retiraram).Mexe-se a açorda com uma fatia de pão grande, com que se prova a sopa.A esta sopa dá-se o nome de sopa «azeiteira» ou «sopa mestra».Introduz-se então no caldo o pão, que foi ou não cortado em fatias ou em cubos com uma faca, ou partido à mão, conforme o gosto.Depois, tapa-se ou não a açorda, pois uns gostam dela mole e outros apreciam as suas sopas duras.Os ovos são colocados no prato ou sobre as sopas na terrina, também conforme o gosto.*A açorda é, fora do Alentejo, o prato mais conhecido da culinária alentejana.Vai à mesa do pobre e do rico e raro é o dia que não constitui o almoço do trabalhador rural.Tem muitas variantes, mais influenciadas pela mudança de estações do que, como é regra em cozinha trdicionais, de terra para terra.É sempre um caldo quente e transparente, aromatizado com coentros ou poejos, ou os dois, alhos pisados com sal grosso e condimentado com azeite.Dão-lhe consistência fatias ou bocados de pão de trigo, de preferência caseiro e duro.Acompanha-se geralmente com ovos escalfados, que também podem ser cozidos, e azeitonas.Muitas vezes, na água utilizada já se cozeu uma posta de pescada ou de bacalhau.Também pode ser acompanhada com sardinhas assadas ou fritas e, no Outono, é muitas vezes enriquecida com tiras finas de pimento verde, que se escaldam com a água ao mesmo tempo que as ervas, e acompanhada com figos maduros ou um cacho de uvas brancas de mesa.

Saudações!!
Bom apetite!

Feliz Dia da Terra


Palácio da Pena - Sintra

Museu das Comunicações

Museu da Electricidade _ Fotos